Canais · Comissões · Controlo

Alcance é valioso.
Dependência não é uma estratégia.

01 — Leitura

Antes de escolher a ação, compreendemos o que está a limitar o resultado.

Uma reserva de 200 € não vale o mesmo em todos os canais. Comissão, descontos acumulados, visibilidade paga, cancelamento, condições de pagamento e possibilidade de repetição alteram o valor que permanece no hotel.

Não defendemos abandonar as OTAs. Defendemos conhecer a economia de cada canal, corrigir conflitos e escolher onde abrir inventário, participar em campanhas ou proteger a proposta direta.

02 — Sinais
Quando este trabalho é necessário

Problemas diferentes deixam sinais reconhecíveis.

01

As promoções acumulam-se

Descontos móveis, programas de fidelização e campanhas sobrepõem-se sem uma leitura do preço final e da receita líquida.

02

A paridade é aparente

O preço definido pelo hotel não coincide com o preço apresentado ao hóspede ou existem condições diferentes entre canais.

03

O volume esconde o custo

O canal com mais reservas é tratado como o melhor sem considerar comissões, cancelamentos, crédito e valor futuro do cliente.

03 — Intervenção
Como trabalhamos

Da análise à execução, com uma razão para cada decisão.

01

Mapear canais e contratos

Reunimos condições comerciais, descontos, campanhas, inventário, mercados e conectividade num retrato compreensível.

02

Comparar valor líquido

Estimamos o que permanece depois dos principais custos de aquisição e identificamos sobreposições ou dependências evitáveis.

03

Definir o papel de cada canal

Ajustamos disponibilidade, conteúdo, tarifas e participação promocional ao mercado que cada parceiro alcança melhor.

Âmbito possível

O trabalho é definido à medida — os entregáveis ficam claros antes de começar.

  • Mapa de canais e condições comerciais
  • Análise de comissões e receita líquida
  • Auditoria de promoções e descontos
  • Revisão de paridade e conteúdo
  • Regras de inventário e disponibilidade
  • Plano de correção por prioridade
04 — Acompanhamento

Medimos o que ajuda a decidir.

Os indicadores finais dependem dos sistemas e do âmbito, mas a leitura deve sempre aproximar atividade, resultado e valor líquido.

Mix

Peso de cada canal, segmento e mercado

Custo

Comissão e custo de aquisição estimado

Qualidade

Cancelamento, antecedência e valor médio

Controlo

Paridade, inventário e condições comerciais

Quando existe adequação

Para quem faz sentido

Unidades que dependem de intermediários para uma parte relevante da procura e querem decidir com base em receita líquida, não apenas em volume bruto.

Limite importante

O que não prometemos

Reduzir dependência não significa fechar canais indiscriminadamente. Uma alteração sem leitura de procura pode diminuir alcance e resultado.

05 — Clareza
Perguntas frequentes

Antes de definir o âmbito.

01Devemos sair da Booking.com?

Não por princípio. A Booking.com e outras OTAs podem gerar descoberta e procura incremental. A decisão correta depende do mercado, do custo, da disponibilidade e da capacidade do canal direto.

02Conseguem reduzir as comissões contratuais?

Algumas condições podem ser revistas; outras são definidas pela plataforma. O trabalho inclui também decisões sob controlo do hotel: promoções, inventário, conteúdo, paridade e conversão direta.

03Analisam operadores e grossistas?

Sim, quando fazem parte da distribuição da unidade. Avaliamos condições, acesso a inventário, mercados, tarifas e possíveis conflitos com a estratégia pública.

Primeira conversa reservada

Que decisão exige mais clareza neste momento?

Traga o problema, não uma apresentação. Definimos a prioridade, avaliamos com franqueza se podemos acrescentar valor e explicamos o próximo passo — sem compromisso e sem proposta antes de compreendermos o contexto.

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